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19 maio, 2010

Abandono

Chamamos a atenção do senhor prefeito de Olinda, Renildo Calheiros, e sua equipe, para a beira-mar de Olinda. O local está totalmente abandonado, em todos os aspectos. O que se vê, diariamente, na beira-mar da cidade, Patrimônio Histórico da Humanidade é muito lixo, fezes de cachorro e cheiro de fossa ao longo da orla. Não bastando isto, os ciclistas, transitando insistentemente no passeio, colocam em risco os pedestres, em sua maioria idosos. Este é o único lugar que a cidade oferece para este tipo de atividade. Há pouco mais de um mês vi uma idosa, de 73 anos, ser violentamente atropelada por um ciclista, por falta de fiscalização por parte da prefeitura, que não vem cumprindo com suas obrigações com os cidadãos olindenses! A beira-mar clama por socorro, senhor prefeito! 
Jô Pimentel - Olinda-PE 

Fonte: Diário de Pernambuco (cartas), 19/05/2010


 POSTADO POR ARLINDO SIQUEIRA

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30 setembro, 2009

ESTRANHOS NO NINHO


Embora a ciclovia da orla de Olinda deixe a desejar - pois não tem obstáculo físico separando a faixa dos carros - não justifica que os ciclistas invadam o calçadão, colocando os pedestres em risco. O uso dos espaços urbanos exige mais disciplina.

Fonte: JC NAS RUAS

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22 setembro, 2009

Orla de Olinda: Pavimento de nova avenida afunda

O novo trecho pavimentado da beira-mar de Olinda, por trás do Fortim do Queijo, no Carmo, não resistiu à circulação de veículos e afunda dia a dia. Para decepção dos motoristas, pouco tempo depois de ser liberada ao tráfego, em fevereiro último, apareceram depressões em toda a extensão de um quilômetro da via. “Não tem condições, prefiro dirigir pelos Bultrins para evitar os buracos, que acabam com a suspensão do carro. A situação piora à noite, porque a pessoa não enxerga as crateras”, diz o representante comercial Edilberto Júnior, morador de Olinda.

Além de quebrar a suspensão, os desníveis da pavimentação danificam molas e pneus, de acordo com o motorista de ônibus Alexandre Araújo. “Tudo isso é descontado do salário do motorista”, observa. “É um caos dia e noite e nem sempre temos como desviar dos buracos”, destaca.


A moradora de Casa Caiada Edna Hazin teve um dos pneus furado na nova beira-mar. “O caminho é péssimo, quando me esquivo de um buraco, caio em outro”, declara. “Em questão de buraco, Olinda consegue ser pior do que o Recife e Paulista juntos. A gente paga IPVA e não vê melhoria na ruas”, acrescenta o repositor de supermercado Marcos André de Menezes.


A construção da via – um desvio da Avenida Ministro Marcos Freire – faz parte de um projeto maior de urbanização do Fortim do Queijo e da implantação de uma praça à beira-mar. Teve início no primeiro semestre de 2008 e custou R$ 1,9 milhão, recursos do Programa Monumenta-BID, do Ministério da Cultura. “Não ficamos satisfeitos, não recebemos a obra e não pagamos a última etapa da fatura à empresa responsável”, afirma a secretária de Patrimônio de Olinda, Márcia Souto.


Conforme a secretária, a prefeitura acionou administrativamente a firma, que se recusou a refazer o trabalho. A empresa, diz Márcia Souto, alega que houve circulação de carros na rua, antes de o processo de pavimentação ficar pronto. O município nega que isso tenha ocorrido e toma providências para fazer o conserto sem prejuízo aos cofres públicos.


“Enviamos o processo à Procuradoria-Geral do município e estamos aguardando o parecer jurídico. O procurador vai analisar todos os documentos. Se ficar constatada a necessidade de reparação de danos pelo não cumprimento integral do contrato, poderemos usar a garantia da obra e o saldo restante para fazer o conserto”, diz ela.


A garantia, explica o arquiteto André Pina, da Secretaria de Patrimônio, é um depósito bancário que toda empresa faz ao executar um serviço. Correspondente a 5% do valor total. “Não aceitaremos esse prejuízo”, reforça Márcia Souto. A obra não foi inaugurada por causa dos abatimentos na pavimentação.
A prefeitura está contratando uma consultoria especializada de engenharia de solo, para descobrir a origem do problema e apontar a solução. A secretária-executiva de Patrimônio, Cláudia Rodrigues, disse que a escolha será por licitação (carta-convite). “Pretendemos iniciar a sondagem em 30 dias e a avaliação leva uns 20 dias”, diz a secretária.


POSTADO POR ARLINDO SIQUEIRA E RICARDO COSTA
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