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17 março, 2010

Guerra: Serra se manteve estável porque não andou pelo Brasil

O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, minimizou nesta quarta-feira o crescimento da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na pesquisa CNI/Ibope divulgada hoje sobre a sucessão presidencial. Em conversa com internautas no Twitter, Guerra disse que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), se manteve "estável" na pesquisa porque não faz campanha eleitoral antecipada - ao contrário do que declara ocorrer com a pré-candidata petista, informou a Folha Online.

"Nós mantivemos uma posição estável com um governador em São Paulo, sem andar pelo Brasil, sem aparecer nas redes de TV, senão governando seu próprio Estado. O governador tomou essa decisão de governador de São Paulo. Essa decisão não foi fácil de manter. O Serra operou esse tempo todo como governador. Não operou como candidato", afirmou.

Guerra também atribuiu o crescimento de Dilma à queda do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) na CNI/Ibope. Na opinião do tucano, a dupla candidatura da base aliada governista vem trazendo prejuízos ao pré-candidato do PSB, assim como à pré-candidata do PV, senadora Marina Silva.

"A Dilma subiu 15 pontos, mas sabe de onde veio os votos? Vieram 6% do Ciro. Eles estão desidratando a candidatura do Ciro. Vieram 2% da Marina, que não fez campanha. Só quem faz campanha é a Dilma. Há 6% em branco e 2% de pessoas desinformadas. As intenções de votar no Serra estão totalmente confirmadas", afirmou ele, ao comparar dados da atual pesquisa Ibope com outras sondagens realizadas pelo instituto desde o ano passado.

MATÉRIA PUBLICADA HOJE NO BLOG DO MAGNO, às 14h30


POSTADO POR ARLINDO SIQUEIRA

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Armando Monteiro nega uso de verba do Sistema S em campanha

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, criticou hoje (16) a Força Sindical por entrar com ação na Procuradoria-Geral do Trabalho contra a entidade, acusando-a de usar verba do Sistema S para fazer campanha contra a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Monteiro Neto considerou "equivocada e absurda" a iniciativa, informou a Agência Brasil.

Segundo ele, a ação proposta é claramente política e mal informada. “Quando de trata de CNI, esses não são recursos do Sistema S. A CNI tem recursos de outra origem, com contribuição de outras empresas. Recebemos recursos do Sistema S de forma indireta como gestores do sistema. Temos uma remuneração por gerir o sistema, mas não é aquela entidade que recebe diretamente recursos do Sistema S que está fazendo campanha contra redução da jornada", explicou Monteiro Neto.

De acordo com ele, quem está fazendo campanha contra a redução é a entidade empresarial (CNI), que tem direito de fazer campanhas em qualquer direção e sobretudo por assuntos que afetem a vida das empresas.

“Isso é absolutamente legítimo. Do jeito que se está sugerindo, fica parecendo que entidades do Sistema S, do qual a CNI não faz parte, estariam patrocinando essa campanha", afirmou Monteiro Neto, reforçando que o Sistema S não está promovendo campanha. Essa ação está mal enquadrada e na realidade revela apenas o propósito de atingir as entidades que estão contra a redução, ressaltou.

Escrito por Magno Martins, às 18h26

Matéria publicada no blog do Magno Martins dia 16/03/2010




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