| Serra agora é favorito para eleger-se presidente da República, diz Ciro ao portal iG | |||||
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| 23 de Abril de 2010 às 17:47:13 | |||||
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23 abril, 2010
FOGO CRUZADO
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14 abril, 2010
Guerra: "Sou candidato à reeleição"
Em entrevista exclusiva à Folha, o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, desfaz a boataria de que será candidato a deputado federal e confirma que sai à reeleição. “Já algum tempo tenho sinalizado que pretendo continuar o meu mandato de senador. Não sei de onde tiraram essa estória de deputado. Vou, com certeza, disputar o Senado”, afirma. Guerra diz que não há problema em conciliar uma candidatura majoritária no Estado e coordenar ao mesmo tempo a campanha de Serra ao Planalto. “Espero acabar as duas campanhas vivo”, brinca ele. Confira abaixo sua entrevista. Jarbas confirmou que é candidato a governador?
Nunca tive dúvida em relação à candidatura de Jarbas. O que ele disse é do nosso conhecimento e há um esforço dele e de todos nós para que sua candidatura seja consolidada. Jarbas é um candidato forte, com altíssimo potencial e com ele no páreo nós temos amplas chances de retomar o poder em Pernambuco.
Quanto à candidatura do senhor a senador. Vai mesmo à reeleição?
Já algum tempo tenho sinalizado que pretendo continuar o meu mandato de senador. Essa questão foi colocada lá atrás, de que nosso partido deseja minha candidatura. Não sei de onde tiraram essa estória de deputado. Sou candidato à reeleição, não há projeto fora disso. Vamos esperar o anúncio da candidatura de Jarbas para em seguida reafirmar a nossa candidatura.
Mas, o senhor vai ter tempo de coordenar uma campanha nacional (presidente Serra) e ao mesmo tempo ser candidato a senador?
Eu prefiro dizer a você o seguinte: eu espero terminar as duas campanhas vivo (risos...). Ver o que eu posso fazer para sair vivo das duas.
É possível compatibilizar as duas?
Eu tenho que juntar uma e juntar a outra e sair vivo das duas, vamos ver o que eu posso fazer...
Não seria mais fácil e cômodo sair para deputado federal?
Seria muito mais fácil, mas tem tarefas na vida política que a gente, às vezes, tem que cumprir e que são necessárias na vida política local. Agora do ponto de vista nacional, era melhor que eu fosse candidato a deputado federal. Do ponto de vista local, não.
Mas o senhor tem um compromisso com Jarbas e por isso não sai para federal?
Não, eu não tenho esse compromisso com Jarbas, não! Tenho um compromisso com a oposição de Pernambuco, com os partidos da oposição. Jarbas nunca me pediu esse compromisso não, nem eu pedi algum compromisso para ele. Não há nenhum acordo, nenhum compromisso e sempre dissemos que Jarbas era senhor da vontade dele e que respeitaria a vontade dele. Nem Jarbas é prisioneiro do PSDB ou de qualquer partido e nem os partidos são prisioneiros de Jarbas. Isso vale pra mim e vale pra todos. O fato é que nós estamos num esforço geral, aqui no Estado, de criar uma base, uma organização política, suficiente para disputar a eleição para governador e para apoiar a nossa campanha de presidente da República. É nesse contexto que eu me coloco, ajudando e colaborando, como já venho fazendo há muito tempo, nunca me omiti. Basta ver o esforço que fiz nas eleições municipais no Estado inteiro. Minha casa é lotada de políticos que vão pra lá para falar sobre política e não conversar besteira, falar sobre política. Eu não tenho tempo para mim mesmo, mas para a política de Pernambuco eu tenho. Não me omiti, não desapareci. Estou na luta, continuo nela.
Jarbas ajuda mais Serra ou o contrário?
Acho que as coisas se completam, acho que o Jarbas é um candidato poderoso a governador com muito apoio, muito dimensão e acho que Serra tem muita chance de ter uma excelente votação aqui. Eu observei nessa nossa reunião dos partidos em Brasília, onde mais de 200 pessoas saíram de Pernambuco para participar dessa reunião, gente não somente do PSDB, mas do DEM, do PMDB, gente de outros partidos e gente sem partido nenhum. Sinto que é uma candidatura ampla e que vai ter muitos votos aqui no Estado.
Eduardo não é imbatível?
Ninguém é imbatível, rigorosamente ninguém é imbatível. Dilma não é imbatível e acho que vai ser batida. Eduardo também não é imbatível, Jarbas é um poderoso candidato e essa eleição aqui vai ser muito dura para os dois.
Serra tem a compreensão de que o senhor sendo coordenador da campanha dele pode sair também candidato majoritário em Pernambuco?
Acho que sim, ele sabe que eu sou candidato aqui e sabia disso quando me ligou pra coordenar a campanha dele. Não tenho a menor dúvida que ele está com a cabeça feita sobre isso.
Em relação à composição da chapa de Jarbas, quem indica o vice – DEM ou PSDB?
Vamos ver em conjunto. Não cabe a ninguém, não há reserva de mercado. A gente vai trabalhar isso de maneira muito tranqüila. Quem mais ajudar a ganhar a eleição deve ser escolhido como vice. Roberto Magalhães, por exemplo, me disse que não vai mais disputar eleição. Quanto ao PSDB, não temos ainda nenhum nome. Nunca o partido cuidou disso e não vai cuidar antes que se resolva a formação da chapa geral e as chapas proporcionais. Vice é uma tarefa do candidato a governador com os partidos que dão sustentação à sua aliança.
Qual será a agenda de Serra pelo País a partir de agora?
Estou tentando agendar a visita de Serra ao Estado de Goiás. Estamos prevendo uma visita a Aécio Neves, em Minas Gerais, e depois cuidaremos da nossa agenda aqui e no Nordeste em geral. Há muitos pedidos de lideranças no Nordeste que estamos examinando, para que possamos fazer isso da melhor maneira possível.
O PSDB já tem pesquisas internas sobre a repercussão do lançamento da candidatura de Serra?
Não fizemos uma pesquisa específica sobre isso, mas temos monitoramento de pesquisas que mostram o crescimento da candidatura de Serra. A repercussão do lançamento de Brasília não poderia ter sido melhor. Fizemos um evento com muita gente, muita participação e muita energia positiva. Serra fez um excepcional discurso e todas as vezes que isso acontece às pessoas tendem a comparar o que ele faz com que a ex-ministra Dilma faz ou o que ela não faz ou o que acha que fez. Dilma não faz nada. Quando ela fala se atrapalha.
Pelo discurso que Aécio fez em Brasília na festa de Serra o senhor está mais convencido de que ele será vice de Serra?
Estou convencido de que há chances de ele ser o vice, sim. Mas o PSDB não trabalha com essa hipótese. Não podemos focar a campanha de um presidente numa possível candidatura de um vice. Se Aécio decidir lá adiante ser candidato a vice, será o nosso candidato a vice. Se ele não decidir, vai ser muito bom para o partido também, porque sei que Aécio vai fazer o melhor para a campanha de Serra.
Na festa, todas as lideranças que apóiam Serra enalteceram a presença e o apoio de Roberto Jefferson. Não há receio de ele puxar a candidatura tucana para baixo?
Eu, pessoalmente, não temo nenhum desgaste em relação a isso. Ao contrário, eu fui o primeiro a procurá-lo para nos apoiar. Acho que é um apoio importante. Roberto é um político de muita coragem. Não sou bom para tratar de Roberto, porque sempre fui amigo dele e tenho muito respeito por ele.
Vocês contam com Ciro candidato?
Acho que Lula está olhando as pesquisas para decidir se Ciro fica ou sai. O papel de Ciro não é ganhar a eleição, mas pela maneira que ele pode ser usado para atrapalhar a candidatura de Serra. Eles partem do princípio de que Ciro não ganha, mas como a ministra Dilma é muito fraca como candidata, eles devem ter medo de o Ciro acabar passando na frente de Dilma. É por isso que eles não resolveram ainda o caso Ciro.
Fonte: Blog do Magno
Fonte: Blog do Magno
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12 abril, 2010
''Sou candidato'', diz Ciro, desmentindo boatos de desistência
Alvo de uma nova ofensiva comandada pelo Palácio do Planalto para que retire sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto, o deputado Ciro Gomes (PSB) negou neste sábado, 10, que esteja prestes a firmar um acordo para integrar uma coligação de apoio à ex-ministra Dilma Rousseff. A negativa foi feita por telefone, no mesmo momento em que o vereador Gabriel Chalita, do seu partido, o PSB, aclamava a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, durante um ato com sindicalistas no ABC paulista. "No que depender de mim, eu continuo candidato", afirmou Ciro. "Chalita pode bater palmas para quem ele quiser. Eu não me incomodo", minimizou Ciro.
O deputado confirmou que conversou nos últimos dias com a cúpula do PSB. "Eu disse claramente três coisas ao comando do meu partido. Primeiro, quero ser candidato, mas não se trata de brigar com ninguém. Segundo, acho que minha participação na disputa é essencial para o País e para o partido. Terceiro, enxergo na minha candidatura um imperativo moral", disse Ciro, em conversa por telefone.
Questionado, Ciro negou que esteja incomodado com a pressão do Planalto, que já estuda a possibilidade de lhe oferecer um ministério estratégico em um eventual governo de Dilma. "Não se trata de pressão, todos estão conversando claramente. O fato é que, até agora, não há nenhuma novidade em relação às conversas que tivemos anteriormente.”(De O Estado de S.Paulo)
Fonte: Blog do Magno Martins
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09 abril, 2010
Ciro sobe o tom contra o PSB: cobra apoio à sua candidatura
Em carta postada no seu site, o deputado federal Ciro Gomes (CE), pré-candidato do PSB à Presidência, cobrou de seu partido a confirmação de seu nome na corrida sucessória. Na prática, o ex-governador do Ceará parece perceber que o comando do PSB não tem interesse na candidatura própria, embora ele apareça em todas pesquisas sempre com mais de 10 pontos percentuais, preferindo apoiar a petista Dilma Rousseff. Ciro lembrou que sua saída da disputa, inclusive, pode até reduzir as chances de vitória de Dilma, favorecendo o tucano José Serra.
'Apenas para encerrar um falso dilema que tem ocupado as páginas de jornal, discordo plenamente que minha eventual candidatura acabe prejudicando a estratégia da candidatura oficial. Ao contrário, basta ler as pesquisas de opinião para ver que quando meu nome é retirado a vida do candidato do PSDB se torna mais tranquila', diz o deputado em seu texto.
O título do artigo de Ciro, 'está na hora do PSB pensar grande', dá o tom do seu apelo ao comando da legenda, afirmando que o movimento será decisivo para que o partido defina 'se quer ser gente grande ou continuar pequeno e dependente de outros partidos'.
Cargos e favores
'Está na hora de decidir se vamos alimentar a estrutura e a estratégia dos nossos aliados ou se vamos exercer a opção que a democracia nos apresenta de concorrer com candidatos em todas as instâncias de poder no primeiro turno da eleição. Decidir se nos mostramos ao Brasil como uma força nova, coesa, com discurso afinado e gente decente disposta a melhorar o Brasil, ou se seremos apenas mais um dos partidos que se acotovelam em alianças pautadas pela mera distribuição de cargos e favores', acrescenta.
Ciro avalia que, mesmo derrotada, a candidatura própria ajudaria a consolidar a marca nacional do PSB, abrindo espaço para uma vitória no futuro. 'A tese que defendo é que time que não joga não forma torcida. Mesmo que tome de goleada', diz.
Ousadia
'Estou convencido que a candidatura própria do partido à Presidência da República será muito benéfica à estratégia de levar o PSB a ser grande. Se conseguirmos 15% que seja dos votos, significam cerca de 20 milhões de eleitores acreditando na mensagem do PSB. Se tivermos a ousadia de fazer uma campanha casada em todos os níveis poderemos eleger importantes bancadas nas assembleias estaduais, na Câmara e no Senado. Já imaginaram, então, se a nossa mensagem empolgar? E se algum dos favoritos escorregar e cair? Podemos chegar até mais longe', afirma.
Fonte: Blog do Magno Martins, 08/04/2010
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17 março, 2010
Já era esperada a reação do PT de São Paulo contra Ciro Gomes
Por meio do seu presidente regional, Edinho Silva, o PT de São Paulo reagiu com indignação às declarações de Ciro Gomes (PSB) à “Folha de São Paulo” segundo as quais o PSDB fez um governo medíocre naquele estado, há 16 anos, no entanto aparece como governo eficiente porque o PT de lá “é um desastre”.
Está com todas as suas grandes lideranças “bichadas” (Zé Dirceu, Palocci, Genoíno, João Paulo Cunha, Mercadante, etc.) a ponto de tê-lo convidado para disputar o governo numa engenharia política que o próprio Ciro considera “artificial”.
A esse respeito, veja a excelente análise feita por Dora Krammer no “Estadão” de hoje e reproduzida aqui pela “Folha de Pernambuco”.
“Não satisfeito em desqualificar sua candidatura ao governo de SP, que considera ‘artificial’, desqualifica o partido (PT) que seria a principal legenda da coligação (...), bate em Dilma Rousseff (não tem experiência) e no PMDB (a maioria hegemônica n...
Escrito por Inaldo Sampaio
16 de Março de 2010 às 10:15:32
PUBLICADO POR ARLINDO SIQUEIRA
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Governador diz que Ciro erra ao atacar PT de São Paulo
Falando na condição de presidente nacional do PSB, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos disse, há pouco, em Caruaru, onde participa de uma audiência pública de lançamento da Adutora do Agreste, que o pré-candidato do PSB ao Planalto, Ciro Gomes, errou ao adotar um tom agressivo em relação ao PT de São Paulo, Estado pelo qual poderia sair candidato a governador apoiado pela legenda petista.
Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Ciro classificou o diretório do PT paulista como “um desastre” e descartou completamente a possibilidade de disputar o Governo de São Paulo. “Não se abre portas com termos tão grosseiros”, lamentou o governador pernambucano. Sobre a insistente tese de Ciro, de que prefere disputar o Palácio do Planalto, Eduardo disse que ele tem todo direito, mas não vai tratar do assunto pelos jornais. O governador informou que marcará um encontro com Ciro para discutir o processo sucessório.
Escrito por Magno Martins, às 11h41
Fonte: blog do Magno Martins, 16/03/2010
PUBLICADO POR ARLINDO SIQUEIRA
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