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12 julho, 2010

Jungmann e Humberto deram primeiros passos

DEU HOJE NA FOLHA DE PERNAMBUCO

BEATRIZ GÁLVEZ

Com a decisão dos dois principais candidatos ao Governo, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) e o governador Eduardo Campos (PSB), de postergar o início de suas campanhas eleitorais, seus candidatos ao Senado têm mostrado uma atuação tímida. Quem saiu na frente foi o deputado federal Raul Jungmann (PPS), que depois de uma primeira semana parada, partiu para o corpo-a-corpo no sábado. Acompanhado da sua candidata à primeira suplência, a vereadora Aline Mariano (PSDB), ele aproveitou a tarde de anteontem para visitar o Mercado da Boa Vista, no Pátio de Santa Cruz, centro do Recife. Depois de conversar com comerciantes e frequentadores do espaço, sentou em uma das mesas para comer pratos regionais, sendo abordado diversas vezes por eleitores que vinham cumprimentá-lo.

Hoje o candidato visitará outro mercado tradicional da cidade, o de São José. A programação inicia com a concentração de Jungmann e seus militantes na praça Maciel Pinheiro, às 10h, de onde ele segue pela rua da Imperatriz, rua Nova e avenida Dantas Barreto, até chegar ao mercado, onde almoçará com locatários. A tarde, o candidato se ocupará de reuniões internas com sua equipe de comunicação.

Já o ex-secretário estadual das Cidades, Humberto Costa, também candidato ao Senado, manteve uma agenda discreta. O único ato público do qual participou foi a convenção de lançamento do Partido dos Servidores Públicos e Trabalhadores da Iniciativa Privada do Brasil (PSPB), na manhã do último sábado, onde falou da importância da eleição da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, e do empenho da Frente Popular de Pernambuco em reeleger o governador Eduardo Campos (PSB), além de emplacar seus dois senadores.

O senador e candidato à reeleição Marco Maciel (DEM) não teve nenhuma agenda externa marcada durante o final de semana. Ele aguarda a programação de Jarbas Vasconcelos para dar início à sua campanha. O outro candidato à Casa Alta pela chapa governista, deputado federal Armando Monteiro Neto (PTB), passou o final de semana reunido com sua equipe.


POSTADO POR ARLINDO SIQUEIRA

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Campanha chega às ruas antes do previsto

Coluna da Folha de Pernambuco da segunda-feira, 12/07/10



Era desejo do governador Eduardo Campos não iniciar a campanha à reeleição antes do início do mês de agosto, mas a pressão dos correligionários falou mais alto e a chapa majoritária ganhou às ruas. A primeira aparição conjunta do governador com os candidatos ao Senado, Humberto Costa e Armando Monteiro Neto, deu-se sábado à noite, em Fazenda Nova, onde o ex-deputado Pedro Corrêa reuniu-se cerca de 10 mil pessoas no ''São Pedro de Seu Pedro'', evento que realiza há 15 anos.

A visita não foi avisada à imprensa pela assessoria do governador, o qual deseja, de fato, tornar a campanha a mais curta possível, administrando “com a barriga” a folgada dianteira que as pesquisas lhe atribuem. Mas, após ser avisado pelo ex-deputado de que a festa é tradicional e reuniria milhares de pessoas, o governador mudou de ideia. Não só compareceu como levou em sua companhia Humberto e Armando. E lá não deu para quem quis: fotos, abraços, apertos de mão, tapinhas nas costas, etc.

À exceção do presidente regional, Eduardo da Fonte, que se encontrava em Araripina no lançamento da candidatura à reeleição do deputado Emanuel Bringel, todas as lideranças do PP estavam lá para recepcionar o governador: o anfitrião Pedro Corrêa, o prefeito Severino Cavalcanti, o vereador e candidato a deputado federal, Roberto Teixeira, etc. Além do prefeito do Brejo da Madre de Deus, Édson de Souza, que já tinha sido eleito uma vez pelo PDS (hoje DEM) e hoje está filiado ao PTB.

POSTADO POR ARLINDO SIQUEIRA
 
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29 junho, 2010

Oposição terá Jungmann para disputar o Senado

Decisão já foi tomada, mas anúncio só deve sair na convenção

RENATA BEZERRA DE MELO
O nome está escolhido. Vai ser do deputado federal Raul Jungmann (PPS) a segunda vaga para o Senado na chapa majoritária oposicionista. Para a definição tornar-se oficial, falta apenas o senador e pré-candidato ao Governo do Estado, Jarbas Vasconcelos (PMDB), fazer o anúncio, previsto para amanhã, durante a convenção conjunta dos partidos aliancistas (PMDB/ PPS/DEM/PSDB/PMN) no Clube Atlético de Amadores. No bastidor, a busca por um integrante para compor com o senador Marco Maciel (DEM) - pré-candidato à reeleição - na corrida pelo Senado é dada por encerrada. E, enfatizam aliados, “do jeito que Jarbas queria”.

Jungmann seria a opção primeira e preferencial do peemedebista, mantida em sigilo, desde que o senador Sérgio Guerra (PSDB) decidiu abrir mão de seu espaço na majoritária para disputar uma vaga na Câmara Federal, em maio. Foi o pós-comunista uma das primeiras opções ventiladas nas especulações sobre quem ocuparia o lugar que era do tucano. A hipótese Jungmann correu solta até dificuldades internas nas costuras com os partidos aliados tirarem-na de cartaz por um tempo.

O quadro foi revertido, no último sábado, quando Sérgio Guerra, programado para aparecer no Sertão do Araripe, onde Jarbas cumpria agenda, desembarcou com Jungmann a tiracolo, o que não estava no script. O próprio pós-comunista havia dito, na sexta-feira, que não compareceria a Araripina por ter outros compromissos. A mudança de planos carregou junto a simbologia de uma validação do dirigente tucano ao nome de Jungmann. Feito isso, uma reunião no último domingo, entre o ex-governador e o grupo que vem constantemente tomando as rédeas da pré-campanha - o deputado federal Raul Henry (PMDB), o presidente estadual do DEM, Mendonça Filho, e Marco Maciel - rendeu arremates finais. Tudo caminhou no sentido da resolução por Jungmann.

As conversas não passaram, garantem fontes em reserva, por um acordo de apoio prévio a uma eventual candidatura de Raul Jungmann à Prefeitura do Recife, em 2012, como fora especulado. Bem antes da definição pelo parlamentar, em 28 de maio, Jarbas, durante o pré-lançamento de sua candidatura no Chevrolet Hall, dera a deixa do perfil que elegeria durante “um nome que aparecesse bem na TV, que agregasse e fosse ousado”. “Jungmann é midiático, tem peso para sair junto com Maciel e é aguerrido”, frisam aliados identificando a coincidência com o que foi traçado pelo senador.

COLIGAÇÃO
Ontem, foi divulgado o nome que a coligação oposicionista levará nessa campanha: “Pernambuco pode mais com Jarbas”. O título substitui o antigo União por Pernambuco, adotado em 1998 quando o ex-governador foi conduzido ao Governo do Estado. O jargão caiu em uso desde o “sim” de Jarbas, em maio.

Fonte: Folha de Pernambuco (política), 29/06/2010

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11 junho, 2010

LUCIANA AZEVEDO PEDE DESCULPAS

Um dia depois de centrar fogo na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe) e constranger deputados da oposição e do governo, a presidente da Fundarpe, Luciana Azevedo, enviou ontem uma carta de explicações ao presidente da Casa, Guilherme Uchoa (PDT), e pediu que os parlamentares “não se sintam atingidos”. Anteontem, ela denunciou um esquema de troca de favores políticos entre a Fundarpe e a Assembleia, e caracterizou a ação como “mamatinha”, “presentinho” e “safadeza”. Afirmou, também, que deputados extorquem verbas públicas para, em nome da cultura, votar projetos do governo. Ao considerar a ação como “ilegalidade”, Luciana terminou se autocondenando, já que grande parte das solicitações dos deputados foi chancelada por sua gestão.

A ação de remeter a carta aos parlamentares faz parte da estratégia do Palácio, que deflagrou operação para segurar a ex-vereadora no posto e evitar novos pronunciamentos bombásticos da gestora. Nos bastidores, o grupo que gere a crise aposta que, magoada, Luciana poderia atrapalhar o plano do governador Eduardo Campos de esfriar o clima de denuncismo. O governador sabe que, às vésperas do início da campanha eleitoral, novos capítulos da crise podem abalar o discurso de comprometimento com a transparência.

“Encaminho essa mensagem para partilhar com os pares desta egrégia Assembleia a minha intenção de reafirmar meu apreço e estima a todos que, de forma delegada, representam a população do nosso Estado”, registra Luciana, logo no início do texto. Sobre suas entrevistas à Rádio Olinda e à Rádio Folha, quarta-feira, quando denunciou o esquema de favorecimento, a gestora lembra que foram palavras de “dor”: “Peço que transmita aos deputados que não se sintam atingidos com minhas palavras de dor e indignação”. Sobre a oposição, ela registra que “valoriza o papel de fiscalizar”, mas lembra que alguns tentam “comprometer” os esforços do governo do Estado no setor cultural. Na quarta, Luciana afirmou que Augusto Coutinho (DEM) é um “lambedor de botas da ditadura” e Terezinha Nunes (PSDB) tenta se apresentar como a “paladina da moralidade”. No texto, Luciana mantém o discurso de que as acusações do grupo são “infundadas”, mas continua sem se comprometer a apresentar as provas.

DESAPROVAÇÃO
Na Assembleia, a grande maioria dos deputados mergulhou ontem num silêncio estratégico. Ninguém viu, ninguém sabe, muito menos ouviu as declarações sobre a “mamatinha”. Assim como na quarta-feira, quando a situação já era crítica, a sessão de ontem foi rápida, sem debate. “O clima na Casa é muito ruim”, admitiu o deputado estadual André Campos (PT), único dos 49 deputados que o JC conseguiu entrevistar ontem.

Presidente da Casa de Joaquim Nabuco, Guilherme Uchoa (PDT), foi procurado mais de uma vez pela reportagem, por telefone, mas não retornou. Ele presidiu a rápida reunião plenária realizada no período da manhã. Há cerca de 20 dias, após subir à tribuna para comentar as denúncias da oposição sobre a Fundarpe, Uchoa declarou, em entrevista, não admitir a teoria de que todos são “honestos” e só Eduardo (Campos) é o “safado”. Ele também dificultou a liberação dos pedidos de informações da oposição. Desde 13 de maio, Augusto Coutinho (DEM) protocolou documento solicitando dossiê comprobatório da realização dos eventos questionados. Após afirmar que “tudo já foi liberado”, o presidente admitiu, dois dias depois, que por um “erro de redação” os despachos não haviam sido enviados.

A irritação dos parlamentares com Luciana ocorre, sobretudo, pela declaração de que “deputados da oposição e da situação” receberam presentinhos da Fundarpe – no governo Jarbas (1999-2006) e na gestão atual também – para “em nome do povo” aprovarem projetos na Alepe. “O Brasil está cansado desses políticos que extorquem dinheiro para aprovar projeto. No dia anterior, chegam e derrotam os recursos (suplementares) que iam para a Fundarpe, depois ajeitam aqui, ajeitam acolá, no outro dia aprovam (na Assembleia Legislativa). É assim que eles fazem o tempo todo, fazendo cena”, registrou a gestora. Anteontem, ela também afirmou que pode providenciar a lista dos “beneficiados” com a “ilegalidade”, mas não realizou a ação até o fechamento desta edição.

Nos bastidores, o consenso é que Luciana contrariou governistas e oposicionistas e o reflexo seria uma forte pressão para que ela deixasse o cargo, fato contrariado pelo governador no início da noite de ontem.

POSTADO ÀS 09:41 EM 11 DE Junho DE 2010

Por Manoel Medeiros Neto, do Jornal do Commercio


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10 junho, 2010

INFIEL - PMN quer expulsar vereador de Casinhas

MARILEIDE ALVES

Após convocar o vereador, Valter Borges, do município de Casinhas, para uma conversa tete-a-tete sobre a atitude do parlamentar que declarou apoio à reeleição do governador Eduardo Campos (PSB), contrariando a orientação do partido, a presidência do PMN resolveu expulsar o vereador. Borges disse abertamente que “não tem interesse” de votar sob orientação do partido e que “vai votar em Eduardo”. “Ele ratificou o que disse no jornal. Perguntamos se ele sabia das consequências e ele disse que sabia. Então, o partido está abrindo um processo no Conselho de Ética para pedir sua expulsão”, contou o presidente estadual do PMN, Silvio Barbosa, que esteve na Redação da Folha acompanhado do suplente de Borges, Marcelo Andrade. O PMN apoia o senador, Jarbas Vasconcelos (PMDB).

O documento será enviado para Brasília após a convenção da sigla, no próximo dia 18, junto com os outros partidos aliados (PMDB, PSDB, DEM e PPS).

Marcelo é o terceiro suplente da coligação que elegeu Valter Borges. O primeiro é Manoel Barbosa (PSDB), conhecido por Zé de Chico, e o segundo Nequinho, também do PSDB. Marcelo disse que “não está tomando a vaga de Valter, mas que assumirá o cargo que é do PMN”. “Não interessa quem o partido vai apoiar, eu estou do lado do partido”, declarou. Borges não foi localizado pela reportagem.

Fonte: Folha de Pernambuco (política), 10/06/2010


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04 junho, 2010

REPÓRTER JC

» ALIANÇA ABALADA?
Existe um constrangimento, para se dizer o mínimo, na relação de amizade entre Jarbas e Sérgio Guerra. As relações nunca estiveram tão desgastadas, nem quando o tucano bombardeou Mendonça Filho (DEM) antes dele ser ungido por Jarbas candidato em 2006.

Fonte: Jornal do Comércio (capa dois), 04/06/2010


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31 maio, 2010

» EDUARDO PAZ E AMOR?

Após entrevista na Rádio Liberdade de Caruaru, sábado, Eduardo Campos (PSB) foi abraçar o dono da empresa, Luiz Lacerda, pai da deputada Miriam Lacerda (DEM), vice na chapa de Jarbas (PMDB). Os dois posaram para fotos com o vice-governador João Lyra (PDT), desafeto de Miriam e do seu marido, o vereador Tony Gel (DEM).

» Quando sai?

O encontro do PT teve momentos constrangedores e deixou claro que não há mais espaço para João Paulo no partido. O curioso é que ele deve figurar entre os mais votados para deputado federal.

» Aliados afirmam que foi um elogio a Maciel

Frase de José Serra, sexta, no Recife: “A pior coisa para um governante é um vice que dá apurrinhação. Marco Maciel foi um vice ideal: quieto e discreto”.

Fonte: Jornal do Comércio (cena política), 31/05/2010


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27 maio, 2010

DIÁRIO POLÍTICO

Propaganda virtual // Depois de ter visto propaganda da Prefeitura do Recife, a vereadora Priscila Krause (DEM) observou: "Só mesmo com computação gráfica para a obra do viaduto Capitão Temudo sair do canto. Devem ter arrancado o metrô de baixo."

Fonte: Diário de Pernambuco (política), 27/05/2010
 
 

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13 maio, 2010

Oposição vai ao MP e fará pedido de informação sobre repasse de verbas da Fundarpe para Carnaval

O líder da oposição, deputado Augusto Coutinho (DEM), encaminhou pedido de informação à Fundarpe sobre os repasses de verbas do governo no Carnaval 2010.

A bancada também decidiu, em reunião, que irá solicitar que o Ministério Público acompanhe o caso. Segundo levantamento realizado, entre os dias 04 e 12 de fevereiro, no período do pré-carnaval, foram destinados para empresas e pessoas físicas mais de R$ 21 milhões, em 1860 empenhos. Só no dia dez de fevereiro foram liberados R$ 13 milhões, em 1210 empenhos.

“Vamos solicitar todos os repasses para o carnaval, com cópia das notas fiscais e relação de todas as empresas e artistas contratados”, destacou Coutinho. Os empenhos com valor inferior a R$ 8 mil não foram publicados no Diário Oficial.

“O que houve foi um fracionamento de despesas. O Governo deve explicar porque isso aconteceu”, acrescentou a deputada Terezinha Nunes. Para o deputado Maviael Cavalcanti "se foi fracionado é porque queriam esconder algo".

Só uma empresa, a Kactus Promoções e Eventos, recebeu 257 empenhos, a maioria entre R$ 6mil e R$ 7,9 mil, totalizando R$ 2,5 milhões.

Outra empresa, a Nova Era Promoção e Organização de Eventos Artísticos e Entretenimentos Ltda- ME foi o destino de 157 empenhos, todos entre R$ 7mil e R$ 8 mil reais, representando uma soma de R$ 1,1 milhão.

O Galo da Madrugada, por exemplo, bloco mais conhecido do carnaval do Recife, recebeu R$ 650 mil em um só empenho.

Já o desconhecido Grupo Cultural Kerigma recebeu quase a mesma quantia (R$ 637 mil), em 89 empenhos, todos com valores entre R$ 3 mil e R$ 8 mil.

Os deputados também destacaram que três das cinco empresas que mais receberam empenhos (Kactus, Raízes e Expresso) fizeram inscrição na Junta Comercial entre setembro e novembro de 2009, poucos meses antes do carnaval.

Participaram da reunião da bancada que discutiu novas estratégias de ação dos oposicionistas os deputados Augusto Coutinho(DEM), Miriam Lacerda(DEM), Edson Vieira(PSDB), Terezinha Nunes(PSDB), Antônio Moraes(PSDB), Carlos Santana(PSDB), Dilma Lins(DEM), Maviael Cavalcanti(DEM), Adelmo Duarte(DEM), Eduardo Porto(PSDB) e Emanuel Bringel(PSDB) e Jacilda Urquisa(PMDB).

As informações requeridas no Pedido de Informação são as seguintes:

a) cópia de todos os empenhos emitidos pela Fundarpe, no período de 1º de fevereiro a 16 de abril de 2010;
b) cópia de todas as notas fiscais referentes aos empenhos discriminados no item anterior;
c) cópia de todas as publicações no Diário Oficial das contratações feitas por inexigibilidade de licitação;
d) relação nominal de todos os artistas e empresas de eventos contratadas, e seus respectivos valores de contratação, para o Carnaval 2010.

Fonte: Blog do Jamildo



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30 abril, 2010

FOGO CRUZADO 30/04/2010

Defesa 1 - Guilherme Uchoa (PDT) e Carlos Santana (PSDB) vão depor hoje às 14h30, perante o juiz da 2ª Zona Eleitoral, em favor do deputado Raimundo Pimentel que responde a processo no TRE por infidelidade partidária. Pimentel foi eleito pelo PSDB mas em setembro do ano passado migrou para o PSB. A ação foi ajuizada pelo radialista Jota Ferreira, 1º suplente da bancada tucana.

Defesa 2 - Ciro Coelho também foi processado por infidelidade partidária por ter trocado o DEM pelo PSB. Mas, diferentemente de Sebastião Rufino e Raimundo Pimentel, não arrolou Guilherme Uchoa (PSDB) como testemunha e sim os prefeitos Gustavo Caribé (Belém do São Francisco) e Geomarco Coelho (Dormentes). Seu depoimento está marcado para o dia 10/05.

Fonte: Folha de Pernambuco (geral), 30/04/2010


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23 abril, 2010

QUEM É A FAVOR DA FICHA LIMPA

COLUNA RÉPORTER JC

Pesquisa do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral chegou a nossos 25 deputados federais, mas apenas dois responderam com apoio: André de Paula e Roberto Magalhães (foto), do DEM. A pesquisa foi feita com toda Câmara Federal.








Fonte: Jornal do Comércio (capa dois), 23/04/2010




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14 abril, 2010

Guerra: "Sou candidato à reeleição"

Em entrevista exclusiva à Folha, o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, desfaz a boataria de que será candidato a deputado federal e confirma que sai à reeleição. “Já algum tempo tenho sinalizado que pretendo continuar o meu mandato de senador. Não sei de onde tiraram essa estória de deputado. Vou, com certeza, disputar o Senado”, afirma. Guerra diz que não há problema em conciliar uma candidatura majoritária no Estado e coordenar ao mesmo tempo a campanha de Serra ao Planalto. “Espero acabar as duas campanhas vivo”, brinca ele. Confira abaixo sua entrevista.

Jarbas confirmou que é candidato a governador?

Nunca tive dúvida em relação à candidatura de Jarbas. O que ele disse é do nosso conhecimento e há um esforço dele e de todos nós para que sua candidatura seja consolidada. Jarbas é um candidato forte, com altíssimo potencial e com ele no páreo nós temos amplas chances de retomar o poder em Pernambuco.

Quanto à candidatura do senhor a senador. Vai mesmo à reeleição?

Já algum tempo tenho sinalizado que pretendo continuar o meu mandato de senador. Essa questão foi colocada lá atrás, de que nosso partido deseja minha candidatura. Não sei de onde tiraram essa estória de deputado. Sou candidato à reeleição, não há projeto fora disso. Vamos esperar o anúncio da candidatura de Jarbas para em seguida reafirmar a nossa candidatura.

Mas, o senhor vai ter tempo de coordenar uma campanha nacional (presidente Serra) e ao mesmo tempo ser candidato a senador?

Eu prefiro dizer a você o seguinte: eu espero terminar as duas campanhas vivo (risos...). Ver o que eu posso fazer para sair vivo das duas.

É possível compatibilizar as duas?

Eu tenho que juntar uma e juntar a outra e sair vivo das duas, vamos ver o que eu posso fazer...

Não seria mais fácil e cômodo sair para deputado federal?

Seria muito mais fácil, mas tem tarefas na vida política que a gente, às vezes, tem que cumprir e que são necessárias na vida política local. Agora do ponto de vista nacional, era melhor que eu fosse candidato a deputado federal. Do ponto de vista local, não.

Mas o senhor tem um compromisso com Jarbas e por isso não sai para federal?

Não, eu não tenho esse compromisso com Jarbas, não! Tenho um compromisso com a oposição de Pernambuco, com os partidos da oposição. Jarbas nunca me pediu esse compromisso não, nem eu pedi algum compromisso para ele. Não há nenhum acordo, nenhum compromisso e sempre dissemos que Jarbas era senhor da vontade dele e que respeitaria a vontade dele. Nem Jarbas é prisioneiro do PSDB ou de qualquer partido e nem os partidos são prisioneiros de Jarbas. Isso vale pra mim e vale pra todos. O fato é que nós estamos num esforço geral, aqui no Estado, de criar uma base, uma organização política, suficiente para disputar a eleição para governador e para apoiar a nossa campanha de presidente da República. É nesse contexto que eu me coloco, ajudando e colaborando, como já venho fazendo há muito tempo, nunca me omiti. Basta ver o esforço que fiz nas eleições municipais no Estado inteiro. Minha casa é lotada de políticos que vão pra lá para falar sobre política e não conversar besteira, falar sobre política. Eu não tenho tempo para mim mesmo, mas para a política de Pernambuco eu tenho. Não me omiti, não desapareci. Estou na luta, continuo nela.

Jarbas ajuda mais Serra ou o contrário?

Acho que as coisas se completam, acho que o Jarbas é um candidato poderoso a governador com muito apoio, muito dimensão e acho que Serra tem muita chance de ter uma excelente votação aqui. Eu observei nessa nossa reunião dos partidos em Brasília, onde mais de 200 pessoas saíram de Pernambuco para participar dessa reunião, gente não somente do PSDB, mas do DEM, do PMDB, gente de outros partidos e gente sem partido nenhum. Sinto que é uma candidatura ampla e que vai ter muitos votos aqui no Estado.

Eduardo não é imbatível?

Ninguém é imbatível, rigorosamente ninguém é imbatível. Dilma não é imbatível e acho que vai ser batida. Eduardo também não é imbatível, Jarbas é um poderoso candidato e essa eleição aqui vai ser muito dura para os dois.

Serra tem a compreensão de que o senhor sendo coordenador da campanha dele pode sair também candidato majoritário em Pernambuco?

Acho que sim, ele sabe que eu sou candidato aqui e sabia disso quando me ligou pra coordenar a campanha dele. Não tenho a menor dúvida que ele está com a cabeça feita sobre isso.

Em relação à composição da chapa de Jarbas, quem indica o vice – DEM ou PSDB?

Vamos ver em conjunto. Não cabe a ninguém, não há reserva de mercado. A gente vai trabalhar isso de maneira muito tranqüila. Quem mais ajudar a ganhar a eleição deve ser escolhido como vice. Roberto Magalhães, por exemplo, me disse que não vai mais disputar eleição. Quanto ao PSDB, não temos ainda nenhum nome. Nunca o partido cuidou disso e não vai cuidar antes que se resolva a formação da chapa geral e as chapas proporcionais. Vice é uma tarefa do candidato a governador com os partidos que dão sustentação à sua aliança.

Qual será a agenda de Serra pelo País a partir de agora?

Estou tentando agendar a visita de Serra ao Estado de Goiás. Estamos prevendo uma visita a Aécio Neves, em Minas Gerais, e depois cuidaremos da nossa agenda aqui e no Nordeste em geral. Há muitos pedidos de lideranças no Nordeste que estamos examinando, para que possamos fazer isso da melhor maneira possível.

O PSDB já tem pesquisas internas sobre a repercussão do lançamento da candidatura de Serra?

Não fizemos uma pesquisa específica sobre isso, mas temos monitoramento de pesquisas que mostram o crescimento da candidatura de Serra. A repercussão do lançamento de Brasília não poderia ter sido melhor. Fizemos um evento com muita gente, muita participação e muita energia positiva. Serra fez um excepcional discurso e todas as vezes que isso acontece às pessoas tendem a comparar o que ele faz com que a ex-ministra Dilma faz ou o que ela não faz ou o que acha que fez. Dilma não faz nada. Quando ela fala se atrapalha.

Pelo discurso que Aécio fez em Brasília na festa de Serra o senhor está mais convencido de que ele será vice de Serra?

Estou convencido de que há chances de ele ser o vice, sim. Mas o PSDB não trabalha com essa hipótese. Não podemos focar a campanha de um presidente numa possível candidatura de um vice. Se Aécio decidir lá adiante ser candidato a vice, será o nosso candidato a vice. Se ele não decidir, vai ser muito bom para o partido também, porque sei que Aécio vai fazer o melhor para a campanha de Serra.

Na festa, todas as lideranças que apóiam Serra enalteceram a presença e o apoio de Roberto Jefferson. Não há receio de ele puxar a candidatura tucana para baixo?

Eu, pessoalmente, não temo nenhum desgaste em relação a isso. Ao contrário, eu fui o primeiro a procurá-lo para nos apoiar. Acho que é um apoio importante. Roberto é um político de muita coragem. Não sou bom para tratar de Roberto, porque sempre fui amigo dele e tenho muito respeito por ele.

Vocês contam com Ciro candidato?

Acho que Lula está olhando as pesquisas para decidir se Ciro fica ou sai. O papel de Ciro não é ganhar a eleição, mas pela maneira que ele pode ser usado para atrapalhar a candidatura de Serra. Eles partem do princípio de que Ciro não ganha, mas como a ministra Dilma é muito fraca como candidata, eles devem ter medo de o Ciro acabar passando na frente de Dilma. É por isso que eles não resolveram ainda o caso Ciro.

Fonte: Blog do Magno


POSTADO POR ARLINDO SIQUEIRA

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