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13 setembro, 2010

Presidenciáveis fazem o debate mais duro até agora

 Programa foi marcado pelo duelo entre petista e tucano

 Escândalos foram o principal tema do embate promovido, ontem, pela Rede TV! 

SÃO PAULO (Folhapress) - Tendo acu­sa­ções de cor­rup­ção como pano de fundo, Dil­ma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) pro­ta­go­ni­za­ram o maior con­fron­to da cam­pa­nha elei­to­ral no de­ba­te Folha/Rede TV!, ontem à noite, entre os qua­tro prin­ci­pais can­di­da­tos a pre­si­den­te. Dilma acu­sou Serra de ser ca­lu­nia­dor - o que ren­deu um di­rei­to de res­pos­ta ao tu­ca­no - e disse a ele que não se achas­se o dono da ver­da­de. “O se­nhor não é me­lhor do que ­ninguém’’, afir­mou.
Ela tam­bém ten­tou se des­vin­cu­lar da mi­nis­tra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, cujo filho é acu­sa­do de co­brar co­mis­são para in­ter­me­diar ne­go­cia­ções de con­tra­tos com o go­ver­no. Erenice foi sua prin­ci­pal as­ses­so­ra na Casa Civil e no Ministério das Minas e Energia. “O que eu quero dei­xar claro é que eu não con­cor­do, não vou acei­tar, que se jul­gue a minha pes­soa ba­sea­do no que acon­te­ceu com o filho de uma ­ministra’’, disse Dilma. Ela não res­pon­deu se co­lo­ca­ria sua mão no fogo por sua ex-as­ses­so­ra.
Serra cha­mou Dilma de eva­si­va por não res­pon­der às per­gun­tas e de usar o apa­ra­to legal para pro­te­ger com­pa­nhei­ros e per­se­guir ad­ver­sá­rios, o que tam­bém deu di­rei­to de res­pos­ta. Dilma foi pres­sio­na­da por Serra, Marina Silva (PV) e por jor­na­lis­tas a res­pon­der sobre a vio­la­ção de si­gi­los fis­cais na Receita Federal.
A pe­tis­ta cri­ti­cou a ten­ta­ti­va de ligar as que­bras de si­gi­lo com sua cam­pa­nha. “Eu dis­cor­do dessa es­pé­cie de ma­la­ba­ris­mo que faz de ten­tar ligar este va­za­men­to à minha ­campanha’’, afir­mou.
Marina, em duas opor­tu­ni­da­des, ques­tio­nou Dilma sobre cor­rup­ção. A can­di­da­ta do PV disse que a vio­la­ção de si­gi­los está ba­na­li­za­da por­que o pró­prio go­ver­no ad­mi­te que isso é ro­ti­nei­ro. Dilma não ga­ran­tiu que novos va­za­men­tos não vol­ta­rão ocor­rer. “É fato que no Brasil já houve gran­des va­za­men­tos. Esse não foi o pri­mei­ro e que­ria que este fosse o úl­ti­mo. Não tenho cer­te­za que será o úl­ti­mo.’’
José Serra apro­vei­tou quase todas as opor­tu­ni­da­des que teve para ata­car a can­di­da­ta do PT, líder nas pes­qui­sas de in­ten­ção de voto.
Logo na pri­mei­ra per­gun­ta, sobre os su­ces­sos e fra­cas­sos do go­ver­no Lula, Serra abor­dou os casos de cor­rup­ção. “O maior fra­cas­so (do go­ver­no Lula) foi o men­sa­lão, o dos­siê dos alo­pra­dos, agora a vio­la­ção da Receita’’.
Ele tam­bém citou o caso dos “­aloprados’’ da cam­pa­nha de 2006, o ex-as­ses­sor da Casa Civil, Waldomiro Diniz, acu­sa­do de co­brar pro­pi­na para fa­ci­li­tar con­tra­tos com o go­ver­no e o ex-mi­nis­tro José Dirceu (PT). Dilma, mais tran­qui­la que nos ou­tros de­ba­tes dos quais par­ti­ci­pou, só abor­dou os casos de cor­rup­ção quan­do foi pro­vo­ca­da. Ela pre­fe­ria falar sobre con­quis­tas do go­ver­no Lula -o pre­si­den­te foi ci­ta­do em pra­ti­ca­men­te todas as suas par­ti­ci­pa­ções.



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23 agosto, 2010

COLUNA DE MAGNO MARTINS

DEU HOJE NA FOLHA DE PERNAMBUCO (FOLHA POLÍTICA)

Guia afunda Serra
Se Serra apostava no guia eleitoral para reverter o quadro adverso, a campanha na tevê chegou há uma semana, mas só trouxe benefícios para sua adversária, a ex-ministra Dilma Rousseff, que dobrou a diferença e está a 17 pontos do tucano. Traduzindo: se a propaganda no rádio e na tevê influencia como Serra imaginava, o seu programa não caiu na graça do povo. Se não caiu, foi rejeitado. Se foi rejeitado, não está bom. Se não está bom é porque tem equívocos e erros. O grande erro vem lá de trás, quando Serra se iludiu com as teorias do seu marqueteiro e passou a elogiar Lula. Ora, adversário não se elogia! Em adversário se bate! Se não der certo, paciência! Mas o eleitor não assimila numa campanha o candidato da oposição jogando confetes no adversário. O eleitor só se convence em mudar o seu voto para um candidato oposicionista se este apontar as falhas, as contradições e os defeitos do adversário. E, mais do que isso, ganhar a confiança de que sabe fazer e tem a competência que falta no concorrente. Dilma, ao contrário de Serra, está seguindo o iscript de Lula ao pé da letra. Não inventa, não exagera em promessas. Vai surfando na onda positiva, proporcionada pela estabilidade da economia e a altíssima taxa de aprovação do Governo e do próprio Lula.
 
 
 
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18 agosto, 2010

“Dilma vai resolver no 1º turno”

DEU HOJE NA FOLHA DE PERNAMBUCO (POLÍTICA)

Liderança da presidenciável petista deixa Eduardo Campos mais otimista

ARTHUR CUNHA   
SOCIALISTA passou o dia fazendo campanha no Sertão do São Francisco
O governador-candidato Eduardo Campos (PSB) acredita que a dianteira assumida pela ex-ministra Dilma Rousseff (PT) na corrida presidencial, de acordo com as últimas pesquisas de intenção de voto, resultará na eleição da petista no primeiro turno. A opinião foi externada pelo socialista, ontem, em Petrolina, enquanto esperava a chegada do presidente Lula no município. Para Eduardo, a oposição ficou sem discurso frente, segundo ele, ao sucesso do Governo Lula no plano econômico. “Dilma vai resolver no primeiro turno. Há um desejo natural da população por mudanças sem sobressalto. A oposição ficou sem discurso”, destacou.


Ao contrário de alguns aliados, o governador avaliou como positivo o desempenho da ex-ministra nos debates e entrevistas. “Ela vem surpreendendo positivamente como candidata. Disseram que ela não teria bom desempenho, isso acabou beneficiando-a. Foi tanta propaganda negativa que ela foi lá e fez o dever de casa. Na campanha dos estados, o discurso dos proporcionais (oposicionistas) não se atrela ao nacional, enquanto no campo da situação o que a gente vê é um discurso unificado. Isso é que dá a liga”, avaliou.

Por outro lado, o socialista evitou polarizar com o deputado federal e candidato ao Senado pela oposição, Raul Jungmann (PPS), que criticou o atraso na obra da Ferrovia Transnordestina e os buracos na BR-232. “Isso é um problema que vem desde o Império”, desconversou, referindo-se à Transnordestina. Sobre o fato de o pós-comunista ter prometido exibir em seu guia cenas da ausência do Estado no Sertão, o governador disse que avaliará o assunto quando os programas forem ao ar. “Só vou responder no guia”, arrematou.

O governador e sua chapa majoritária madrugaram na Fazenda Timbaúba - considerada a maior de Petrolina, na área de irrigação no Vale do São Francisco -, para reunião com cerca de 3.500 trabalhadores que os aguardavam na troca de turno, às 6h30. Um verdadeiro comício foi promovido na ocasião. Nos discursos, eles pediram o “voto casado” em toda a chapa. Os políticos que sustentam a coligação estavam todos presentes. Preterido na disputa pelo Senado, o secretário Fernando Bezerra Coelho (PSB/Desenvolvimento Econômico) marcou presença, no intuito de afastar os rumores de que ele não se engajaria na campanha.


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Lula quer ser “fiscal” de Dilma

DEU HOJE NA FOLHA DE PERNAMBUCO (POLÍTICA)

Presidente diz que acompanhará aliada pelo telefone, caso seja eleita 

VALDECARLOS ALVES do Blog da Folha   
PETISTA avisa que continuará viajando pelo País, quando deixar o cargo
Petrolina - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou claro que sairá do governo, mas o governo não sairá dele após as eleições. Ontem em entrevista a radialistas de Pernambuco, Piauí e Ceará, durante visita a Petrolina, ele afirmou que vai continuar viajando pelo País, após deixar o cargo, e pode se tornar uma espécie de “fiscal” de Dilma Rousseff (PT), caso eleita presidente da República. “Se tiver alguma coisa errada, eu vou pegar o telefone e ligar para a minha presidenta e dizer: ‘Olha, pode fazer minha filha, porque eu não consegui’”, disse o petista sob o argumento de que é essa a “contribuição que um político tem que dar para o Brasil”.

Não faltaram ironias indiretas ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso(PSDB). “Vou deixar o governo, mas vou continuar andando por este País. Se eu não puder ir para Serra Talhada como presidente, vou lá como companheiro. Quem acha que vou para Paris ou Havard (Universidade onde FHC deu aulas) está enganado. Vou para o Sertão brasileiro”, concluiu o petista.

Também vieram alfinetadas para os principais adversários dos petistas. O petista lembrou que colocou muito mais dinheiro nas administrações dos tucanos José Serra e Geraldo Alckmin, em São Paulo, do que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “Também coloquei muito mais dinheiro no Rio Grande Do Sul, no governo do PSDB (Yeda Crusius), do que quando o PSDB estava no governo deste País”, alfinetou.

Provocado por uma pergunta de um repórter cearense sobre os ataques do senador tucano Tasso Jereissati a respeito da promessa de uma refinaria para o Estado, Lula lembrou que o adversário foi “amigo íntimo do presidente antecessor” e não conseguiu levar a obra para lá. “O senador prometeu uma refinaria no Ceará. Até a um jantar com um príncipe das Arábias, em Brasília, eu fui com ele. Nesse País todo mundo prometia refinaria. Quer fazer campanha e promete logo uma refinaria”, disparou o presidente, ainda no aeroporto de Petrolina, antes de seguir para Salgueiro.

Ao final da entrevista, Lula pediu, indiretamente, votos para a chapa da Frente Popular de Pernambuco. “A gente vai ter um Senado mais arejado e menos raivoso. Não se pode ser contra tudo por ódio ou vingança”, disse, em recado direto para a oposição. 


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17 agosto, 2010

Eduardo encontra Lula no Sertão

DEU HOJE NA FOLHA DE PERNAMBUCO (POLÍTICA)

Mas presidente não participará de ato de campanha. Haverá só conversa

ARTHUR CUNHA
Mesmo impedido, por força da Lei Eleitoral, de participar da agenda administrativa do presidente Lula no Sertão, hoje, o governador-candidato Eduardo Campos (PSB) não perderá a oportunidade de ter uma conversa reservada com o petista. Para tal, alterou suas duas agendas - a administrativa e a de campanha - para ir a Petrolina receber o presidente e levá-lo a Salgueiro, em seguida. No percurso, os dois certamente acertarão as estratégias para a esta fase da campanha em Pernambuco. Lula não participará de nenhum ato político no Estado para não ser acusado de uso da máquina pública. Apenas fará vistoria nas obras da Ferrovia Transnordestina e entregará o novo campus da Univasf; também pode inaugurar uma fábrica de dormentes.

Como estará no Sertão, Eduardo tratou de mandar seus coordenadores montarem uma pauta de campanha. A maratona começará às 6h, num encontro com trabalhadores rurais do Projeto Irrigado Nilo Coelho, na fazenda Timbaúba Agrícola. Às 8h30, uma entrevista coletiva; às 9h30 recebe Lula e segue para Salgueiro, às 10h30. Em seguida, às 12h30, realizará uma carreata em Santa Maria da Boa Vista. Às 14h, retornará à Petrolina para receber o presidente, às 16h. A última agenda tem começo previsto para as 21h, num jantar com lideranças regionais, no Iate Clube.

Quanto à vinda da presidenciável petista, Dilma Rousseff, para fazer campanha junto com Eduardo Campos, ainda não há data definida. Ontem, o coordenador da campanha de Dilma Rousseff em Pernambuco, o ex-prefeito João Paulo (PT), informou que terá, hoje, uma resposta. Ela poderá vir no dia 5 ou no dia 12 de setembro para cumprir uma agenda no Recife. Será sua última visita ao Estado, pelo menos no primeiro turno. A última passagem da ex-ministra por Pernambuco não era para ser divulgada. A petista veio gravar, em segredo para o seu guia, mas a Folha a flagrou no Instituto Técnico Federal de Ipojuca. “Amanhã (hoje) terei essa resposta”, adiantou o ex-prefeito, que disputa mandato na Câmara Federal.

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10 agosto, 2010

Eduardo defende Lula das críticas de Jarbas

DEU HOJE NA FOLHA DE PERNAMBUCO (POLÍTICA)

ARTHUR CUNHA

O governador-candidato Eduardo Campos (PSB) saiu em defesa do presidente Lula, ontem, que, segundo o segundo o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) não teve a preocupação de se educar. Em entrevista à Rádio CBN, o peemedebista disse que o presidente se gaba pelo fato de não ter se educação doméstica nem ter passado por uma faculdade. “A minha opinião sobre o presidente Lula é a opinião que os pernambucanos têm. Os pernambucanos, de forma majoritária, inquestionável, entendem o quanto o presidente Lula foi importante para o Brasil e, em particular, para Pernambuco”, rebateu Eduardo Campos, antes da inauguração do comitê do deputado federal e candidato à reeleição Fernando Nascimento (PT), no Recife. Lula, por sinal, poderá vir a Pernambuco, na próxima sexta, para inaugurar uma fábrica de dormentes, em Salgueiro, e vistoriar as obras da Ferrovia Trasnordestina. Nenhum governista, contudo, confirmou a visita.

Acusado novamente por Jarbas de fazer um “Governo virtual” e cooptar oposicionistas, o governador esquivou-se de polemizar com o senador. “Minha posição vai ser a de sempre. Já disse isso a vocês algum tempo atrás”. Questionado por uma jornalista - que disse ter entrevistado sertanejos que reprovam a gestão socialista - sobre quando voltaria à região, Eduardo reforçou que não mudará seu planejamento de campanha. “Eu tenho estado sempre no Sertão e tenho ouvido testemunhos que não são exatamente esses. As pesquisas de opinião que nós temos, não só sobre a aceitação do Governo, como também pesquisas eleitorais, não falam o que você está falando”, destacou.

ANIVERSÁRIO

Hoje Eduardo comemora 45 anos. Às 15h, receberá os cumprimentos no Palácio; às 18h, participará de uma missa em homenagem ao padroeiro de São Lourenço da Mata, naquele município. A assessoria do socialista informou que ele não participará da celebração nem como governador, nem como candidato. Contudo, a equipe de campanha acompanhará o evento.



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26 julho, 2010

Vantagem socialista em todas as pesquisas

DEU HOJE NA FOLHA DE PERNAMBUCO (POLÍTICA)

O governador Eduardo Campos (PSB) construiu, nos 42 meses do seu mandato, uma situação política que o coloca na liderança absoluta na corrida eleitoral de 2010. Segundo pesquisas de opinião realizadas por diferentes institutos, registradas no TRE e divulgadas nos últimos dias, sua vantagem sobre o principal adversário, Jarbas Vasconcelos (PMDB), é sempre superior a 30 pontos percentuais. Os institutos que realizaram as pesquisas são o Cipec (2.007 entrevistas, de 13 a 16 de julho), o Datafolha (967 eleitores, entre os dias 20 e 23) e o Vox Populi (800 casos de 20 a 23). “Trata-se de um conjunto de pesquisas muito consistente. Embora não seja possível comparar uma com a outra, claramente se percebe uma posição consolidada para este momento”, analisa o cientista político e filósofo Paulo Cesar Menezes.

O analista considera que a vantagem de Eduardo é natural em se tratando de candidato à reeleição. “Não é só no Brasil. No mundo inteiro, o cidadão tem se mostrado cada vez mais pragmático. Se o governante fez um bom trabalho, o voto nele é uma certeza”, diz o cientista. De fato, as pesquisas mostram um governo com altos percentuais de aprovação. No Vox Populi, 66% dos entrevistados julgam o atual governo ótimo ou bom. Já na pesquisa do Cipec, 68,6% qualificam como boa/ótima a gestão do socialista.

PRESIDÊNCIA
Apontada pelo próprio Jarbas como razão fundamental para sua postulação ao Governo Estadual, a candidatura presidencial de José Serra (PSDB) tem em Pernambuco um dos piores desempenhos do País. Segundo as mesmas pesquisas analisadas, Dilma Rousseff (PT) começa a apresentar resultados que tornam cada vez menores as chances de Serra, com consequências para a aposta jarbista.

“Obviamente, Lula é o grande impulsionador de Dilma. E, mesmo sem ser fator definidor da eleição estadual, ajuda, e muito, as pretensões de Eduardo”, explica o cientista político Paulo Cesar Menezes.

Ele chama atenção particularmente para o dado encontrado de maneira difusa em todas as sondagens, mas que se apresenta explícito no relatório do Cipec. Quando informados no momento da pergunta sobre a preferência com relação ao apoio do presidente Lula (PT), 79% dos pernambucanos respondem que votam no candidato indicado pelo petista.

No Vox Populi, outro dado impressionante: na pesquisa espontânea Dilma é líder com 32% das preferências, mas o segundo colocado não é Serra, mas Lula, que alcança 15% das indicações, contra 13% do tucano.



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08 julho, 2010

DEU HOJE NO JORNAL DO COMÉRCIO (POLÍTICA)

» Xadrez oficial


Pelo visto não foi só nas suplências de Humberto Costa que Eduardo Campos arbitrou com estrita autonomia. Os antagônicos suplentes do candidato ao Senado Armando Monteiro Neto também carregam a caneta do chefe do Palácio. Eduardo distribuiu as peças no xadrez político de uma forma tal, que surpreendeu até os diretamente envolvidos.

» Sobrou para Lula definir o novo salário mínimo

A LDO 2011 foi aprovada ontem no Congresso. Mas o valor do salário mínimo só será definido em dezembro, por Lula, às vésperas de deixar o cargo.

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21 maio, 2010

Aposentado em ritmo de espera

Aprovação do fim do fator previdenciário leva brasileiros prestes a requerer o benefício a adiar o pedido para aguardar definição
Tetê Monteiro e Marinella Castro
tetemonteiro.em@uai.com.br
marinellacastro.em@uai.com.br


Expectativa é que o presidente da República vete o fim do fator previdenciário. Foto: Monique Renne/CB/D.A Press 
Um dia depois de o Senado aprovar o fim do fator previdenciário e o reajuste de 7,72% nas aposentadorias com valores acima do salário mínimo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou ontem que vetará a queda do redutor dos benefícios. Lula afirmou durante discurso na XIII Marcha dos Prefeitos, em Brasília, que "tem gente que acha que ganha voto fazendo isso (aprovação do fim do  fator). Se o povo compreendesse o que significa isso, eles poderiam nem ganhar tanto voto quanto pensam". No entanto, especialistas no assunto acreditam que o petista não vai brecar o aumento de 1,58 ponto percentual nos salários dos aposentados.

A derrubada do fator previdenciário pelo Senado acendeu um fio de esperança nos trabalhadores que estão prestes a se aposentar. Tanto que alguns optaram por cancelar o benefício no último minuto do segundo tempo. Aos 55 anos, Maria Aparecida diz que requereu a aposentadoria por tempo de contribuição - 31 anos, sempre teto máximo. De acordo com a engenheira, sem a incidência do fator previdenciário, ela teria direito a receber mensalmente R$ 2.499,54. "Mas como o fator incidente de 0,7246, o valor caiu para R$ 1.811,16, pois minha expectativa de vida é de 25,6 anos. O fator, além de inconstitucional, é indecoroso e me sinto lesada", explicou. A diferença de quase R$ 700 entre os valores da aposentadoria com fator e sem o redutor do benefício pesou na hora de a engenheira adiar o sonho de parar de trabalhar.

Apesar de apontar que o Congresso Nacional descumpre sistematicamente a Lei de Responsabilidade Fiscal, não estabelecendo fonte de recursos para cobrir despesas que irão crescer, o especialista em previdência e finanças públicas, Amir Khair considera que o orçamento público poderá acomodar o gasto extra com o reajuste das aposentadorias. "Vetar o reajuste é um risco que o presidente corre por conta de um valor mínimo. Ele já havia aceito os 7%, a diferença agora é pequena." Outro ponto, ressaltadopelo especialista, é que a arrecadação do país deve crescer de 12% a 15% este ano. Khair aponta ainda que a maioria dos aposentados do INSS são das classes média e baixa. "O reajuste ajuda a melhorar a distribuição de renda e a desenvolver a economia, uma característica do governo Lula."

O vice-presidente da Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas (Cobap), Silberto Silva confirmou ontem que apesar de o clima no Senado apontar para um veto do presidente, tanto ao reajuste de 7,72% quanto ao fim do fator, a expectativa dos 8,1 milhões de aposentados de todo país é que as duas medidas sejam mantidas. "Os aposentados estão muito confiantes, mas se em último caso, se o fator for vetado, já existe um substitutivo pronto, que com o consenso das centrais deve ser votado rapidamente", diz Silva.

O reajuste das aposentadorias juntamente com o fim do fator seriam responsáveis por um impacto de aproximadamente R$ 1,8 bilhão no orçamento deste ano, chegando a R$ 5,6 bilhões em 2011. Para acomodar a matemática, na opinião de Khair, o fator será vetado.

Fonte: Diário de Pernambuco (economia), 21/05/2010



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13 maio, 2010

COLUNA FOGO CRUZADO

Protesto
O prefeito de Palmeirina e presidente da Codeam, Eudson Catão (PSB), anda falando mal do governo estadual por causa do péssimo estado em que se encontra a PE-187 ligando o município a Angelim. “Só falta agora falar com o papa e o presidente Lula porque com o resto do governo eu já falei e ninguém me deu sequer resposta”, protestou o amigão de José Múcio.

Tô fora
Ex-candidato a prefeito de Pesqueira pelo PTB, o bancário aposentado Arnaldo Chalegre afastou ontem a possibilidade de apoiar a chapa da Frente Popular. Diz que o governo o maltratou muito na eleição e que está aberto para se juntar aos partidos de oposição.

Fonte: Folha de Pernambuco (geral), 13/05/2010


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23 abril, 2010

FOGO CRUZADO

Serra agora é favorito para eleger-se presidente da República, diz Ciro ao portal iG
Escrito por Inaldo Sampaio



23 de Abril de 2010 às 17:47:13

Ciro Gomes é incontrolável. Inadministrável. Inconfiável. Deixou a reunião de cúpula do PSB na tarde de ontem dizendo que não daria mais entrevista sobre a eleição presidencial porque já tinha falado demais e dito o que gostaria de dizer.

O momento agora seria de silêncio, reflexão, meditação. Entretanto, menos de 24 horas após ter dito que não falaria mais sobre este assunto, ele deu entrevista hoje de manhã ao portal iG na qual admitiu pela primeira vez que não será mais candidato a presidente da República e que, com ele fora da disputa, Serra se torna o candidato favorito para vencer a eleição.

Ciro afirmou ainda que não contem com ele para participar da campanha de Dilma Rousseff porque vai ficar fora do jogo. Já havia dito anteriormente que ou seria candidato a presidente da República ou deixaria a vida pública. E garante que vai deixá-la, mesmo estando com 52 anos de idade.

Como diria o ex-prefeito de Belo Jardim, Cintra Galvão, um camarada com 52 anos de idade que já foi deputado estadual, federal, prefeito de Fortaleza, governador do Ceará e ministro de Itamar Franco e de Lula não pode ser considero velho. É literalmente, um “ME-NI-NO”

Fonte: Blog do Inaldo Sampaio


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20 abril, 2010

A campanha irá às ruas antes do previsto

Coluna da Folha de Pernambuco da terça-feira, 20/04/10

Não estava nos planos de Eduardo Campos antecipar para o mês de maio a definição dos nomes que irão compor junto com ele a chapa majoritária da Frente Popular. Todavia, a escolha do ex-ministro Humberto Costa como candidato do PT ao Senado levará a campanha às ruas antes do prazo estabelecido, obrigando o governador a antecipar a definição do segundo candidato, que deverá ser mesmo o deputado petebista Armando Monteiro Neto depois que Fernando Bezerra Coelho saiu do jogo.

Nunca foi desejo do governador ter interferência direta na escolha do candidato do PT, sobretudo depois que o presidente Lula o aconselhou a ficar longe das brigas internas. “Não te mete nisso, Eduardo! Deixa o partido resolver sozinho”, recomendou-lhe o presidente da República. O conselho foi seguido à risca e o próprio PT, aos trancos e barrancos, chegou a uma solução consensual: Humberto Costa disputará o Senado e o ex-prefeito do Recife, João Paulo, uma vaga na Câmara Federal.

O PT sabe que João Paulo seria um candidato mais forte que Humberto. Mas resolveu dar essa chance ao ex-ministro porque ele já se sacrificou diversas vezes para expandir o partido em Pernambuco. Sua escolha clarifica a um só tempo a chapa do governo e da oposição, já que Jarbas Vasconcelos estava supondo que sua eventual candidatura a governador, a ser anunciada no próximo dia 30, obrigaria o PT a lançar João Paulo. O PT lançou Humberto e agora espera que o senador se lance.

Quarteto – Apenas quatro deputados estaduais assistiram ontem no Palácio do Campo das Princesas à posse de Damázio Franca como secretário de Defesa Social: Guilherme Uchoa (PDT), Manoel Ferreira (PR), Soldado Moisés (PSB) e Sebastião Rufino (PSB).

Sangue – O novo chefe do Estado-Maior da PM, coronel Carlos Alberto Feitosa, promovido ao último posto da carreira no atual governo, é primo carnal do major e ex-deputado estadual, Alberto Feitosa (PR), ligado a Inocêncio Oliveira. Pais e mães são irmãos.

Cauda – O ex-prefeito de Afrânio, Adalberto Cavalcante, confirmou ontem no Recife que quer ser candidato a deputado estadual pelo PHS mas está ficando preocupado com o esvaziamento da legenda. Semana passada, disse ele, um pré-candidato forte correu da parada. Foi o ex-prefeito de Santa Filomena, Gildevan Melo, que agora é eleitor de Emanuel Bringel (PSDB).

Rapidez – Como costuma fazer em ano eleitoral, Fernando Luiz de Lima Vieira, conhecido na Assembleia Legislativa como “Fernando Ligeirinho”, abriu um escritório político só para providenciar a documentação exigida dos futuros candidatos a deputado, especialmente as certidões. O interessado vai ao escritório, passa-lhe uma procuração e o resto ele resolve.

Comitê - A vereadora Laura Gomes (PSB), casada com o vice-prefeito de Caruaru, Jorge Gomes, está levando tão a sério sua candidatura a deputado estadual que esteve ontem no Recife para abrir um comitê eleitoral. Mais adiante, fará uma inauguração festiva.

Jantar – Assim que anunciou anteontem no Recife que o candidato do PT ao Senado será Humberto Costa, o presidente nacional do partido, José Eduardo Dutra, voou para Brasília a fim de jantar com o presidente Lula, a quem deve ter dito: “Missão cumprida!”

É duro! – Do ex-prefeito João Paulo após João da Costa ter dito que se espelhava nele para não ter um “candidato exclusivo” à Câmara Federal nas próximas eleições: “É duro ter que ouvir isto depois de tudo o que eu fiz por este rapaz!” João da Costa foi assessor de João Paulo durante 20 anos e teve o apoio dele para ser deputado em 2006 e prefeito da capital em 2008.

Doença – Foi muito comentada em Paulista, sábado, a ausência do prefeito Yves Ribeiro (PSB) na festa de aniversário do ex-deputado Amaury Pinto (PR), mas ontem ele se explicou: estava doente. Para redimir-se, apresentará Amaury, domingo próximo, como seu único candidato a deputado estadual.

Adeus - Dilma está vencendo Serra no Nordeste por 33 x 27, segundo a última pesquisa do Datafolha, mas está perdendo para o tucano no Norte/Centro-Oeste (39 x 30), no Sul (45 x 25) e no Sudeste (42 x 24). Se a petista não reduzir a diferença no Sudeste, que tem cerca de 50% do eleitorado nacional, tchau!



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14 abril, 2010

Guerra: "Sou candidato à reeleição"

Em entrevista exclusiva à Folha, o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, desfaz a boataria de que será candidato a deputado federal e confirma que sai à reeleição. “Já algum tempo tenho sinalizado que pretendo continuar o meu mandato de senador. Não sei de onde tiraram essa estória de deputado. Vou, com certeza, disputar o Senado”, afirma. Guerra diz que não há problema em conciliar uma candidatura majoritária no Estado e coordenar ao mesmo tempo a campanha de Serra ao Planalto. “Espero acabar as duas campanhas vivo”, brinca ele. Confira abaixo sua entrevista.

Jarbas confirmou que é candidato a governador?

Nunca tive dúvida em relação à candidatura de Jarbas. O que ele disse é do nosso conhecimento e há um esforço dele e de todos nós para que sua candidatura seja consolidada. Jarbas é um candidato forte, com altíssimo potencial e com ele no páreo nós temos amplas chances de retomar o poder em Pernambuco.

Quanto à candidatura do senhor a senador. Vai mesmo à reeleição?

Já algum tempo tenho sinalizado que pretendo continuar o meu mandato de senador. Essa questão foi colocada lá atrás, de que nosso partido deseja minha candidatura. Não sei de onde tiraram essa estória de deputado. Sou candidato à reeleição, não há projeto fora disso. Vamos esperar o anúncio da candidatura de Jarbas para em seguida reafirmar a nossa candidatura.

Mas, o senhor vai ter tempo de coordenar uma campanha nacional (presidente Serra) e ao mesmo tempo ser candidato a senador?

Eu prefiro dizer a você o seguinte: eu espero terminar as duas campanhas vivo (risos...). Ver o que eu posso fazer para sair vivo das duas.

É possível compatibilizar as duas?

Eu tenho que juntar uma e juntar a outra e sair vivo das duas, vamos ver o que eu posso fazer...

Não seria mais fácil e cômodo sair para deputado federal?

Seria muito mais fácil, mas tem tarefas na vida política que a gente, às vezes, tem que cumprir e que são necessárias na vida política local. Agora do ponto de vista nacional, era melhor que eu fosse candidato a deputado federal. Do ponto de vista local, não.

Mas o senhor tem um compromisso com Jarbas e por isso não sai para federal?

Não, eu não tenho esse compromisso com Jarbas, não! Tenho um compromisso com a oposição de Pernambuco, com os partidos da oposição. Jarbas nunca me pediu esse compromisso não, nem eu pedi algum compromisso para ele. Não há nenhum acordo, nenhum compromisso e sempre dissemos que Jarbas era senhor da vontade dele e que respeitaria a vontade dele. Nem Jarbas é prisioneiro do PSDB ou de qualquer partido e nem os partidos são prisioneiros de Jarbas. Isso vale pra mim e vale pra todos. O fato é que nós estamos num esforço geral, aqui no Estado, de criar uma base, uma organização política, suficiente para disputar a eleição para governador e para apoiar a nossa campanha de presidente da República. É nesse contexto que eu me coloco, ajudando e colaborando, como já venho fazendo há muito tempo, nunca me omiti. Basta ver o esforço que fiz nas eleições municipais no Estado inteiro. Minha casa é lotada de políticos que vão pra lá para falar sobre política e não conversar besteira, falar sobre política. Eu não tenho tempo para mim mesmo, mas para a política de Pernambuco eu tenho. Não me omiti, não desapareci. Estou na luta, continuo nela.

Jarbas ajuda mais Serra ou o contrário?

Acho que as coisas se completam, acho que o Jarbas é um candidato poderoso a governador com muito apoio, muito dimensão e acho que Serra tem muita chance de ter uma excelente votação aqui. Eu observei nessa nossa reunião dos partidos em Brasília, onde mais de 200 pessoas saíram de Pernambuco para participar dessa reunião, gente não somente do PSDB, mas do DEM, do PMDB, gente de outros partidos e gente sem partido nenhum. Sinto que é uma candidatura ampla e que vai ter muitos votos aqui no Estado.

Eduardo não é imbatível?

Ninguém é imbatível, rigorosamente ninguém é imbatível. Dilma não é imbatível e acho que vai ser batida. Eduardo também não é imbatível, Jarbas é um poderoso candidato e essa eleição aqui vai ser muito dura para os dois.

Serra tem a compreensão de que o senhor sendo coordenador da campanha dele pode sair também candidato majoritário em Pernambuco?

Acho que sim, ele sabe que eu sou candidato aqui e sabia disso quando me ligou pra coordenar a campanha dele. Não tenho a menor dúvida que ele está com a cabeça feita sobre isso.

Em relação à composição da chapa de Jarbas, quem indica o vice – DEM ou PSDB?

Vamos ver em conjunto. Não cabe a ninguém, não há reserva de mercado. A gente vai trabalhar isso de maneira muito tranqüila. Quem mais ajudar a ganhar a eleição deve ser escolhido como vice. Roberto Magalhães, por exemplo, me disse que não vai mais disputar eleição. Quanto ao PSDB, não temos ainda nenhum nome. Nunca o partido cuidou disso e não vai cuidar antes que se resolva a formação da chapa geral e as chapas proporcionais. Vice é uma tarefa do candidato a governador com os partidos que dão sustentação à sua aliança.

Qual será a agenda de Serra pelo País a partir de agora?

Estou tentando agendar a visita de Serra ao Estado de Goiás. Estamos prevendo uma visita a Aécio Neves, em Minas Gerais, e depois cuidaremos da nossa agenda aqui e no Nordeste em geral. Há muitos pedidos de lideranças no Nordeste que estamos examinando, para que possamos fazer isso da melhor maneira possível.

O PSDB já tem pesquisas internas sobre a repercussão do lançamento da candidatura de Serra?

Não fizemos uma pesquisa específica sobre isso, mas temos monitoramento de pesquisas que mostram o crescimento da candidatura de Serra. A repercussão do lançamento de Brasília não poderia ter sido melhor. Fizemos um evento com muita gente, muita participação e muita energia positiva. Serra fez um excepcional discurso e todas as vezes que isso acontece às pessoas tendem a comparar o que ele faz com que a ex-ministra Dilma faz ou o que ela não faz ou o que acha que fez. Dilma não faz nada. Quando ela fala se atrapalha.

Pelo discurso que Aécio fez em Brasília na festa de Serra o senhor está mais convencido de que ele será vice de Serra?

Estou convencido de que há chances de ele ser o vice, sim. Mas o PSDB não trabalha com essa hipótese. Não podemos focar a campanha de um presidente numa possível candidatura de um vice. Se Aécio decidir lá adiante ser candidato a vice, será o nosso candidato a vice. Se ele não decidir, vai ser muito bom para o partido também, porque sei que Aécio vai fazer o melhor para a campanha de Serra.

Na festa, todas as lideranças que apóiam Serra enalteceram a presença e o apoio de Roberto Jefferson. Não há receio de ele puxar a candidatura tucana para baixo?

Eu, pessoalmente, não temo nenhum desgaste em relação a isso. Ao contrário, eu fui o primeiro a procurá-lo para nos apoiar. Acho que é um apoio importante. Roberto é um político de muita coragem. Não sou bom para tratar de Roberto, porque sempre fui amigo dele e tenho muito respeito por ele.

Vocês contam com Ciro candidato?

Acho que Lula está olhando as pesquisas para decidir se Ciro fica ou sai. O papel de Ciro não é ganhar a eleição, mas pela maneira que ele pode ser usado para atrapalhar a candidatura de Serra. Eles partem do princípio de que Ciro não ganha, mas como a ministra Dilma é muito fraca como candidata, eles devem ter medo de o Ciro acabar passando na frente de Dilma. É por isso que eles não resolveram ainda o caso Ciro.

Fonte: Blog do Magno


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15 março, 2010

Encontro de João Paulo com Humberto Costa foi apenas para 'quebrar o gelo'

O ex-prefeito João Paulo e o secretário das Cidades Humberto Costa tiveram um encontro a portas fechadas, ontem, no Recife Praia Hotel, no bairro do Pina, para tratar da candidatura do partido ao Senado, porém o acordo não foi fechado.

Ambos estão de acordo apenas num ponto: é melhor evitar as prévias que deixaria sequelas no partido. Quanto ao nome que deve representar o partido na chapa da Frente Popular, ambos se consideram legitimados.

Caso eles não cheguem a um entendimento, o presidente Lula e Dilma Rousseff interferirão no sentido de que um se candidate a senador e o outro a deputado federal.


HOJE ESSE ASSUNTO FOI NOTICIADO NO BLOG DE INALDO SAMPAIO
15 de Março de 2010 às 10:24:11



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28 setembro, 2009

Um Petista no Show de Caloros (1989) - Parte 1

Em 1989, o ainda candidato à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participou do Show de Calouros, com Sílvio Santos. Vale a pena conferir o vídeo e perceber que o tempo muda mesmo algumas pessoas.



Fonte: Blog da Folha

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Um Petista no Show de Caloros (1989) - Parte 2



Fonte: Blog da Folha

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31 maio, 2008

Ministro José Múcio recebe o título de cidadão cabense








17 maio, 2008

ARLINDO SIQUEIRA DIZ POR QUE NÃO APOIA A CANDIDATURA DO PCdoB À PREFEITURA DE OLINDA


  1. O governo do PCdoB, em Olinda, é um governo centralizador e não permite a participação de partidos aliados nem da sociedade organizada.
  2. O PCdoB não reconhece o tamanho e a importância do PT, em Pernambuco, nem considera que foi graças ao crescimento do Partido dos Trabalhadores - que elegeu João Paulo duas vezes prefeito do Recife e o presidente Lula também por duas ocasiões - trazendo grandes investimentos para Olinda, que evitou-se que os comunistas sofressem uma derrota nas eleições de 2004.
  3. Os projetos nacionais de grande envergadura social do Governo Lula vêm sendo tratados no município como “varejo do voto”, servindo apenas para fortalecer candidaturas de vereadores do PCdoB, esquecendo-se da população.
  4. O PT “tem” duas secretarias no município, patrulhadas 24 horas por dia pelo PCdoB, que trabalha para desarticular e vetar qualquer projeto importante que dê maior visibilidade aos petistas, mais uma vez em detrimento dos interesses da população.
  5. Uma visão equivocada da prefeita e de seu candidato considera cargos de confiança de 1º Escalão como substitutos de uma política mais competente e democrática que um verdadeiro conselho político partidário.
  6. Os comunistas de Olinda elogiam publicamente o PSB, no entanto os socialistas vêm, há sete anos, fazendo parte do governo sem ter espaços para desenvolver qualquer política socialista. O partido tinha apenas uma secretaria com 11 cargos de confiança, mesmo assim 50% deles ocupados por membros do PCdoB. Outros mais de 200 contratos de prestação de serviços foram indicados majoritariamente pelo PCdoB.
  7. O PCdoB no município tem a hegemonia total e absoluta do Governo Municipal, onde o povo nunca foi prioridade, visto que em primeiro lugar vem os interesses do PCdoB, em 2º o PCdoB, em 3º o PCdoB, e só depois disso é que se vislumbra a possibilidade de abrir qualquer diálogo.
  8. Por estes motivos volto a afirmar que o PTB, o PHS, o PSL e o PTdoB disputarão a eleição em Olinda com a certeza de que enfrentarão muitas dificuldades, mas seremos vitoriosos, pois temos um projeto com propostas que estão sendo verdadeiramente construídas juntamente com a sociedade; sem se preocupar se o governo A ou B fez mais ou menos; ou quem desviou mais ou menos recursos públicos, e sim democraticamente respeitar as questões pessoais de cada candidato e partir para o desafio da luta de idéias.
  9. Por isso as intensas reuniões produtivas com o Partido dos Trabalhadores da cidade de Olinda têm, diferente da forma de o PCdoB fazer política, respeitado e avançado na discussão de um governo de coalisão, participativo e efetivamente de respeito aos partidos e ao povo de Olinda.
  10. Os partidos que, no momento, declararam apoio ao PCdoB, num futuro bem próximo vão enxergar que o PCdoB só tem como prioridade o próprio PCdoB. E coitada de nossa Olinda.
  11. Enquanto eles fazem acordo com as legendas por cima, nós estamos construindo um acordo fechado com o povo de Olinda. As manifestações espontâneas do povo é que fazem com que avancemos nas discussões com o partido e eu, Arlindo Siqueira, inspirado pelo Hino Nacional, posso afirmar que “Olinda, verás que um filho teu não foge à luta”.
  12. É preciso deixar claro também que essa será uma vitória do povo de Olinda, do governador Eduardo Campos e do presidente Lula.
  13. Finalmente, reconhecendo o verdadeiro tamanho do PCdoB em Olinda, eu que sou uma pessoa otimista e faço parte da base de sustentação dos governos Eduardo Campos e Lula, sabendo que a candidatura dos comunistas não vai decolar por conta dos altíssimos índices de rejeição acumulados ao longo dos últimos sete anos, espero até o dia 30 de junho o apoio eleitoral do PCdoB ao nosso projeto.
  14. Olinda merece ter um verdadeiro administrador, nascido, criado e conhecedor da cidade para governá-la e livra-la das dificuldades crônicas vivenciadas pela população hoje. Juntos vamos construir um novo projeto para Olinda.



    Arlindo Siqueira
    Vice-presidente do PTB Olinda

27 março, 2008

Lula e Eduardo: Olinda agradece pelo PAC

O PTB de Olinda sempre fez questão de deixar registrado seu agradecimento ao presidente Lula e ao governador Eduardo Campos pela destinação de recursos do Programa de Acelaração do Crescimento - PAC - para Olinda.

Trata-se do maior volume de obras de infra-estrutura em bairros da periferia da nossa cidade. Existe um ditado muito tradicional em que nosso Estado que diz:

- O pernambucano só deve curvar-se para agradecer.

Chegou a hora de pernambucanamente agradecer a Lula e Eduardo.
Ao lado da nossa faixa de agradecimento,
tem a placa de uma obra,
executada com recursos federais,
que não faz referência ao governo do presidente Lula.
Nossa parceria com o presidente Lula tem raízes históricas. E foi plantada aqui em Olinda. Lula sempre nutriu por Olinda um carinho todo especial. Lula reconhece o passado libertário de nossa cidade.O PAC de Olinda só conseguiu se viabilizar graças a sensibilidade do governador Eduardo Campos que viabilizou os recursos da contra-partida do programa do Governo Federal. Se não fosse este gesto do Governador de Pernambuco, Olinda não teria participado do PAC.
xxx
UMA CONQUISTA HISTÓRICA

É uma conquista histórica para o município. O Programa de Acelaração do Crescimento - PAC - chega a Olinda num momento de grande carência de infra-estrutura na cidade que é patrimônio cultural da humanidade e tem altíssima densidade populacional.

As obras devem remover famílias do curso do rio Beberibe, que separa a cidade do município de Recife, além de custear a construção de casas e equipamentos sociais - escolas, postos de saúde e áreas de lazer - nos bairros de Caixa d´Água, Peixinhos, Vila Popular, Jardim Brasil (também conhecido como Canal da Malária) Azeitona e na Bacia do Fragoso. As intervenções vão mudar a vida de cerca de um terço da população, ou 130 mil pessoas.