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01 junho, 2010

CAMINHÕES DE LIXO

A sociedade precisa ficar alerta para as condições de higiene dos caminhões que recolhem lixo nas cidades. Esses veículos não são lavados e desinfetados regulamente. Trafegam pelas vias públicas expelindo um mau cheiro terrivel, além de represenmtarem foco de doenças circulando pelas comunidades, uma ameaça à saúde das pessoas. Para preservar a saúde pública, acredito que é importante a limpeza constante desses veículos.
Fernando Melo - Igarassu/PE

Fonte: Folha de Pernambuco (cartas), 01/06/2010



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27 maio, 2010

DIÁRIO ECONÔMICO

Metropolitano // Formado em geral por cidades-dormitórios de grandes metrópoles regionais, o ranking da pobreza dos médios e grandes municípios tem dez representantes pernambucanos. Quase todos situados em torno e dependentes dos serviços do Recife: Jaboatão, Olinda, Cabo. Igarassu, Paulista, São Lourenço.

Fonte: Diário de Pernambuco (economia), 27/05/2010




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CARTAS JC

» Buracos


A via principal de Paulista está um caos. Não há acostamento e o pouco existente está tomado por buracos causando prejuízos de todo tipo aos motoristas, principalmente na altura da Faculdade Decisão até a entrada de Dona Duda. O DER não tem desculpa de chuva, pois fez bastante sol e não houve nenhum conserto. Aliás, Paulista está caótica com ruas intransitáveis. Um exemplo é a Estrada de Mané Pá, que liga o litoral à PE-22. O caos é tão grande que os buracos fazem com que os motoristas passem para a contramão facilitando colisões. A prefeitura precisa melhorar seu quadro de secretários, pois muitos vieram de Itapissuma e Igarassu, cidades vizinhas e pequenas. Esse e outros problemas seriam sanados se esses secretários entrassem em contato com os órgãos competentes. Ficar esperando milagres é que não pode.

Fonte: Jornal do Cómércio (cartas), 27/05/2010



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10 maio, 2010

GENTE DEMAIS, DINHEIRO DE MENOS.

Dez cidades populosas com baixa receita per capita estão em PE

TATIANA NOTARO NUNES Especial para a Folha

As chamadas "cidades dormitórios" têm a sina de abrigar habitantes que trabalham nas vizinhanças, mas utilizam os serviços públicos do município de origem. Esta é uma das causa do problema que compromete as finanças de várias cidades brasileiras, cujas prefeituras arrecadam menos do que demandam para manter serviços públicos básicos. São cidades que têm população crescente, superior a 80 mil habitantes, com arrecadação insuficiente de tributos e renda per capita inferior a R$ 1 mil.

Para tentar viabilizar uma solução, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) quer oficializar o G100, grupo das cidades que enfrentam deficit na receita. O assunto foi discutido durante a 57ª Reunião Geral da FNP, no fim do mês passado, em Santa Catarina. A questão é como atender às demandas em saúde, educação, assistência social e transporte urbano.

Um dos líderes do "movimento", o prefeito de Mauá (SP), Oswaldo Dias (PT), conta que, a curto prazo, o objetivo é sensibilizar as autoridades federais para a problemática. "A médio prazo, o que precisamos é de uma reforma tributária", diz o prefeito paulista. "Queremos levantar a questão da distribuição do Fundo de Particição dos Municípios (FPM). Os valores são da década de 60", coloca Dias, dizendo ainda que a proposta vai incluir melhor distribuição dos royalties de petróleo, por exemplo.

Uma carta de intenção feita pelos prefeitos ao Governo Federal será entregue em Brasília, no próximo dia 11 de maio. Entre as medidas propostas na carta, estão a criação de um subsídio semelhante ao FPM e traçar um diagnóstico das causas da baixa renda per capita nestas cidades.

Embora não estejam caracterizadas como cidades dormitórios, Vitória de Santo Antão e Igarassu estão nesta situação. Olinda, por exemplo, com 400 mil habitantes e 40 km² de extensão, tem a maior densidade populacional do Nordeste; a quinta do Brasil, com 10 mil habitantes por km². A renda per capita é de R$ 744. Em Pernambuco, ainda integram a lista as cidades de Abreu e Lima, Jaboatão dos Guararapes, Paulista, Garanhuns e Petrolina, além de São Lourenço da Mata e Caruaru, totalizando dez municípios.

Fonte: Folha de Pernambuco (economia), 10/05/2010
 

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